
A gestão de informações críticas pode ser um verdadeiro calcanhar de Aquiles para empresas em crescimento. O Case Cunzolo, premiado por sua inovação, ilustra como processos manuais e despadronizados podem drenar tempo, recursos e o foco estratégico.
Redatores da Kuber9
Será que a agilidade da sua operação está sendo drenada por um inimigo invisível?
Em negócios onde cada minuto e cada recurso fazem a diferença, muitas vezes o maior obstáculo está escondido onde menos esperamos: na gestão de informações críticas. Em vez de acelerar o crescimento, ela pode estar freando o potencial da sua empresa.
Um exemplo claro disso vem do premiado Case da Cunzolo Máquinas e Equipamentos Ltda., referência em locação, operação e manutenção de equipamentos de elevação e transporte pesado para os setores industrial e de construção civil. Reconhecido pela revista Crane Brasil com o Prêmio Top Crane 2025 na categoria Tecnologia e Inovação, este case revela um desafio que ecoa em muitas empresas do segmento: a complexidade dos processos manuais na gestão de informações operacionais.
Apesar de utilizar o aplicativo WXEQ para registrar os checklists em suas Fichas de Ordem de Serviço (OS), a Cunzolo ainda enfrentava um grande gargalo: a validação e checagem das informações dependiam de um esforço manual exaustivo, gerando atritos e ineficiências.
Vamos ao impacto real disso:
A equipe da Cunzolo gastava 16 horas e 40 minutos por dia apenas para analisar 25 documentos operacionais. Esse tempo era consumido em tarefas como:
👉🏻Triangulação de dados entre o planejado, o WXEQ e outras plataformas;
👉🏻Análise detalhada de cada apontamento;
👉🏻Identificação de erros de lançamento;
👉🏻Tratativa de divergências com a equipe, que podia levar até 12 horas para cada caso.
Esse ciclo não apenas drenava tempo, mas também recursos financeiros. O custo mensal dessa dependência manual chegava a R$ 24.402,70 em horas de trabalho da equipe e supervisão. Além disso, erros e retrabalhos atrasavam o faturamento em até 2 dias, enquanto a complexidade operacional atingia um preocupante nível 7 de 10.
E o que isso significa?
Essa realidade não é exclusiva da Cunzolo. É o reflexo de um modelo de gestão que, em vez de impulsionar, cria gargalos e atritos. É a governança que, quando desoperacionalizada, se torna um peso, comprometendo a eficiência, a longevidade e o legado da empresa.